sábado, 3 de julho de 2010


Me equilibrava sobre o meio fio, de braços abertos para manter o prumo
mais uma,mais outra,mais mil
Acho mágico fazer esse movimento,deixando o vento bater sobre os meus cabelos colocando-os para trás das orelhas
Fico ali, a insegurança não me dava calafrios, apesar de ter sentido poucas vezes atração por situações ambíguas
Observava minhas ações, visualizava meus defeitos, as minhas manias feias, minhas raiva.
Queria assim expulsar minhas tristezas,usando de recursos engendrados
Mudar os ares,sorrir,livre,resplandecente,carente,boba de si,da vida.


3 comentários:

Anônimo disse...

Olá, desculpe invadir seu espaço assim sem avisar. Meu nome é Fabrício e cheguei até vc através do "Entre Aspas". Bom, tanta ousadia minha é para convidar vc pra seguir meu blog Narroterapia. Sabe como é, né? Quem escreve precisa de outro alguém do outro lado. Além disso, sinceramente gostei do seu comentário e do comentário de outras pessoas. Estou me aprimorando, e com os comentários sinceros posso me nortear melhor. Divulgar não é tb nenhuma heresia, haja vista que no meio literário isso faz diferença na distribuição de um livro. Muitos autores divulgam seu trabalho até na televisão. Escrever é possível, divulgar é preciso! (rs) Dei uma linda no seu texto, vou continuar passando por aqui...rs



Narroterapia:

Uma terapia pra quem gosta de escrever. Assim é a narroterapia. São narrativas de fatos e sentimentos. Palavras sem nome, tímidas, nunca saíram de dentro, sempre morreram na garganta. Palavras com almas de puta que pelo menos enrubescem como as prostitutas de Doistoéviski, certamente um alívio para o pensamento, o mais arisco dos animais.


Espero que vc aceite meu convite e siga meu blog, será um prazer ver seu rosto ali.


Abraços

http://narroterapia.blogspot.com/

Anônimo disse...

Adorei o texto, Joyce!

Leve e ao mesmo tempo, de forma delicada, carrega toda a complexidade da vida.

Entre tantos extremos em que vivemos:
tristeza, alegria.
Você transmite o caminho do meio,
o da realidade, o da paz, quase que como uma brincadeira.

Um forte abraço!

Franck disse...

Mude de ares, de vida, de rua... e, talvez assim, quem sabe, tudo dará certo! Mas ser um equilibrista, às vezes faz parte da vida! Um bom fim de semana!